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Política Econômica Sólida Aumenta Consumo Interno e Cria Empregos Governo Federal – Not1  Política Econômica Sólida Aumenta Consumo Interno e Cria Empregos

O Brasil poderá ser a quinta economia do mundo em menos de duas décadas.  De acordo com estudos da consultoria Pricewaterhouse- Coopers, de janeiro de 2010, o País ultrapassará potências como Alemanha, Reino Unido e França.

Agentes do mercado acreditam que de 2010 a 2014 a econômia brasileira vai crescer a um ritmo superior a 5% ao ano, depois de crescer 4,2% anualmente, em média, de 2003 a 2008.

O Brasil foi uns dos últimos a entrar e uns dos primeiros a sair da crise financeira mundial em 80 anos. Embora o (PIB) Produto Interno Bruto de 2009 tenha registrado uma queda de 0,2%, a recuperação de 2% no último trimestre confirma a sólida reação.

De 2003 a fevereiro de 2010 foram ocupados 12,1 milhões de novos postos de trabalho, de acordo com a  Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e com o Cadastro de Empregados e  Desempregados (Caged).

Foto/Divulgação

Por Míriam Leitão – 22.6.2013 | 9h00- COLUNA NO GLOBO – Protesto e economia    Duas questões são inevitáveis num momento conturbado como este de manifestações: o que há de economia na insatisfação coletiva e como os protestos afetam a economia. Primeiro, é preciso explicar o que não é: a disparada do dólar não é efeito direto da situação brasileira. Ocorre no mundo inteiro. Mas sobe mais no Brasil.

O dólar ontem caiu, depois de cinco altas, mas a valorização maior da moeda americana nos últimos dias no Brasil é efeito das incertezas sobre o país, e uma delas é o déficit externo, que chegou a 3,2% do PIB. A eclosão de manifestações é só mais uma razão para o dólar subir, mas não a mais importante. O que há é uma realocação global do capital dos investidores após o pronunciamento do Fed. O presidente do banco central americano, Ben Bernanke, fez um pronunciamento otimista sobre a economia americana e isso elevou a aposta no dólar. Ele subiu frente à maioria das moedas do mundo.

O Banco Central brasileiro já sabia que aconteceria essa nova postura da política monetária americana. Mas não achava que a desvalorização da moeda brasileira seria tão forte e acreditava que a alta do dólar não afetaria a inflação. Já está afetando a inflação e criando outras distorções. Empresas que se endividaram recentemente em dólar, e já tinham dívidas altas em moeda estrangeira, estão com um custo financeiro maior, como a Petrobras. Quando o dólar sobe, o custo de importar combustíveis fica mais alto. A desvalorização alimenta a elevação dos preços. E a inflação é uma das causas da insatisfação popular. O movimento é circular. ..Comentário de Míriam Leitão

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